André Rieu, sua orquestra e coro executando a música com toda a sua sensibilidade.
Quando a minha filha, Maria Fernanda, Nan, viajava, ficando muito tempo fora, eu cantava muito DINDI.
DINDI
Céu, tão grande é o céu, que bando de nuvens que passam ligeiras,
pra onde elas vão? Ah, eu não sei, não sei...
E o vento que toca nas folhas, contando as histórias que são de ninguém,
mas que são minhas e de você também.
Ai, Dindi, se soubesses o bem que eu te quero o mundo seria, Dindi,
lindo Dindi, tudo Dindi!
Ai, Dindi, se um dia você for embora me leva contigo, Dindi,
deixa, Dindi, fica, Dindi!
E as águas deste rio onde vão, eu não sei.
E a minha vida inteira esperei, esperei, por você, Dindi,
que é a coisa mais linda que existe, você não existe, Dindi,
deixa Dindi, que eu te adore, Dindi...
pra onde elas vão? Ah, eu não sei, não sei...
E o vento que toca nas folhas, contando as histórias que são de ninguém,
mas que são minhas e de você também.
Ai, Dindi, se soubesses o bem que eu te quero o mundo seria, Dindi,
lindo Dindi, tudo Dindi!
Ai, Dindi, se um dia você for embora me leva contigo, Dindi,
deixa, Dindi, fica, Dindi!
E as águas deste rio onde vão, eu não sei.
E a minha vida inteira esperei, esperei, por você, Dindi,
que é a coisa mais linda que existe, você não existe, Dindi,
deixa Dindi, que eu te adore, Dindi...

Nenhum comentário:
Postar um comentário